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quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

*ahem*

Esta não é a minha opinião, pelo menos não de uma forma tão exagerada. Apeteceu-me escrevê-lo e não o estou a dirigir a ninguém em particular - acho apenas que as pessoas muitas vezes são desnecessariamente maldosas - mas isto provavelmente também se aplica a mim. Também está um bocado mal escrito (palavras repetidas e assim) mas estou com preguiça e tenho de ir estudar Psicologia.

A sociedade mete nojo.
É como aquelas actrizes que na verdade são horrorosas e depois se cobrem de maquilhagem e parecem lindas.
A pessoas são falsas e podres por dentro e são cada vez menos as que têm boas intenções. Quase todos falam pelas costas, juntam-se em grupos para dizerem mal de alguém que não está presente, para depois lhe sorrirem quando aparece. As amizades verdadeiras e incondicionais são cada vez mais raras e estão todos a ficar sozinhos. Mas ninguém se preocupa, não realmente. Todos só querem os seus 15 minutos de fama, de preferência 15 anos de fama, rodeados de pessoas que os odeiam ou os fingem odiar na ausência deles.
A sociedade está a degradar-se e dentro em breve estará podre e horrível se as pessoas não mudarem, se não perderem o gosto pelo maldizer e pela maldade.
E um dia hão-de estar sozinhos a gritar por um amigo e ninguém vai reparar.

Suponho que tenho de me integrar neste meio.

Aaron

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

.1

Aaron got himself a new tattoo the day he met Claudia. It was simply colourful and futuristic, but it had a meaning to him. He got it to hide an older tattoo, a tiny little word on his belly. Someone he could never forget but couldn’t bear being with.
The person’s name had changed many times through time, like his own had, but the one he had written on his skin was the first he had known. The only one that was real to him, even though it wasn’t.
He didn’t cover it because he was angry or something. He just couldn’t stand looking at it day after day and having the rush of memories coming back. He had felt the sudden need to be free.

The next day, the day Claudia began working with him, he went to the tattoo shop and tattooed on his chest the only name that would never leave his mind, as good or as bad that could be.

Clarissa.


Não gosto muito e é provável que venha a ser alterado.
Preciso dum apelido pó gaijo, alguma ideia?